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É Natal, é Natal!!! 19, Dezembro 2007

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Desculpem a demora em atualizar o blog mas a semana está cheia de compromissos, mormente relacionados a encontros natalinos.

Adoro essa época do ano!

Apesar de muita gente criticar que o “Espírito Natalino” não é mais tão forte como antigamente, tendo sido suplantado nos últimos anos pelo mercantilismo desenfeado, tomo esta época do ano como um período de reflexão, esperança e renovação. Também é um ótimo momento para encontrar familiares e amigos que não vemos no dia-a-dia. Isso é bom, MUITO bom!

Para quem está em Fortaleza, fica a dica para assistir ao espetáculo das crianças que cantam todos os ano na Praça do Ferreira, no centro da cidade. Sempre um belo espetáculo e uma ótima forma de encontrar o “Espírito de Natal” a tão poucos dias da celabração do nascimento do Menino Deus!!!

Bem, por hoje é só pessoal!!!

Grandes Filmes – Gênio Indomável 14, Dezembro 2007

Posted by trocandoemmiudos in Cinema e Filmes.
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Ontem a noite, depois de um dia pra lá de movimentado, não estava com paciência para fazer absolutamente nada a não ser esvaziar a cabeça. Minha vontade era de assistir alguma coisa bem despretenciosa na TV, como uma sitcom decente ou a uma partidinha de futebol. A TV, entretanto, não entendeu o que eu queria e resolveu passar, de propósito, a agir contra minhas expectativas. Já estava desistindo quando vi os créditos iniciais de Gênio Indomável (Good Will Hunting, EUA, 1997, direção de Gus Van Sant) e não resisti. Assistiria de novo, novamente, mais uma vez aquele filme.

E QUE Filme!

A película (ô termo mais antigo, mas adoro chamar filmes dessa forma) conta a história do jovem Will Hunting (Matt Damon), rapaz do subúrbio de Boston que vive se metendo em encrencas ao lado de seus amigos. O rapaz, um verdadeiro gênio da matemática, trabalha como zelador do MIT (Massachussets Institute of Technology) e, certo dia, resolve um complicado teorema deixado pelo prestigiado professor Lambeau (Stellan Skarsgard) como forma de desafio a seus alunos. Ninguém resolve o problema a não ser Will, e tudo sem nunca ter frequentado uma universidade.

Entretanto, ao se meter em uma briga de rua, Will é preso e, para evitar o cumprimento da pena, o matemático Lambeau propõe ao juiz ficar com o rapaz sob sua tutela, ensinando-o matemática avançada (me perdoem os matemáticos, físicos e afins, mas os termos específicos estas áreas não são comigo), e com a condição de levá-lo a um psiquiatra de forma a tratar a agressividade do rapaz. Depois de vários insucessos com os psiquiatras, Lambeau leva o gênio indomável ao psiquiatra Sean Maguire (Robbin Williams, perfeito), amigo do professor de matemática. 

A trama, multifacetada, aborda temas como medos, crescimento, paixões, descobertas e frustrações do jovem Will, que, no desenrrolar do filme, passa a ter em Maguire seu apoio na busca de novos valores para sua vida e como mentor no enfrentamento de seus medos. Não vou falar mais nada sobre a história para não perder a graça. 

Quero, entretanto, completar com o seguinte raciocínio: existem coisas na vida que só acontecem uma única vez. Pode-se chegar bem próximo de repetir algumas experiências, mas algumas são tão peculiares que, por mais que se esteja nas mesmas condições de temperatura e pressão, não são passíveis de ser repetidas. É o caso de Gênio Indomável.

Matt Damon pode vir a ganhar Oscars de melhor ator, outros de roteirista, diretor, enfim. Ben Affleck também (o cara fez muitas escolhas infelizes mas é bom ator, basta ver Hollywoodland). Robbin Williams mereceria outros prêmios importantes, assim como Gus Van Sant ou mesmo Minnie Driver (que, neste filme, está fantástica, apesar do pequeno papel).

Entretanto, nenhum deles consiguirá repetir um filme como Gênio Indomável. Possivelmente fizeram e farão filmes até mais prestigiados, premiados e bem sucedidos. Mas outro Gênio Indomável é quase que impossível, ainda que todos eles se reúnam novamente para uma nova empreitada.

Para ver e rever. Muitas e muitas vezes. Sem cansar. Como só acontece com os grandes filmes.

*****

E agora, José? 13, Dezembro 2007

Posted by trocandoemmiudos in Ah Brasil..., Economia e Afins, Política.
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Caiu a CPMF.

E agora, José? O que fazer?

É certo que a grande maioria da população brasileira e quase que a unanimidade das empresas torciam pela queda do chamado “imposto do cheque”. As alegações contra a Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira eram inúmeras.

Listarei quatro, que em meu entender, são basilares.Primeiro: a CPFM não era contribuição, e sim imposto. Segundo: não foi provisória, tendo vigorado como permanente desde os idos do governo FHC (com breve interrupção de 6 meses, salvo engano). Terceiro: não se destinava para a que foi criada (devia financiar a saúde pública, mas foi desviado para os mais diversos fins). Quarto: era um imposto em cascata, cobrando indiscriminadamente de todos, sobre todas operações financeiras.

É bem verdade que a CPMF teve o grande mérito de possibilitar ao governo rastrear contas e identificar sonegadores dos demais impostos federais. Por este motivo, entendo, deveria continuar, mas com alíquota meramente simbólica (e nunca o atual 0,38%), de forma a possibilitar o Fisco checar as contas dos sonegadores.

Mas não é exatamente este a razão pela qual escrevo este post.

O que questiono aqui são as incongruências em todo o processo. Sem querer adentrar se o governo X, Y ou Z é melhor ou pior do que o outro, necessário reconhecer que FHC criou um imposto malévolo na medida em que, na condução dos gastos públicos passou a considerar o “provisório” como sendo definitivo. Viciou parcela de sua gestão no desvio de finalidade de uma contribuição obrigatória (essa incongruência eu não engulo), passando a criar orçamentos e previsões de gastos com base na CPMF definitiva.

E a culpa de Lula reside na sua omissão em tentar livrar o orçamento do imposto maldito. Jamais adotou qualquer medida concreta de redução da CPMF, de forma a torná-la meramente simbólica e possibilitar simplesmente o rastreamento de contas, com vistas a identificar sonegadores (a meu ver a única razão de ser da CPMF).

Não podemos apontar partidos vencedores ou vencidos na votação de ontem no Senado. Ambos os lados têm do que lamentar, principalmente no que se refere às vexatórias manifestações de aliados e oposição, tentando justificar o injustificável com argumentos, na maioria das vezes, fajutos e recheados de agressões verbais, comumente usadas por muitos que por ali passam os dias.

Nossos lamentos, pelo que vemos no curso dos últimos meses, anos, décadas, possivelmente se perderão no tempo e no espaço, sem que nenhum político tire lição alguma do acontecido… Uma pena… Como diria um grande amigo meu: Ah, Brasil….

Mondo Juris – Credor recebe dinheiro, negativa o cliente e diz que a culpa é deste 13, Dezembro 2007

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Vejam a seguinte situação: uma pessoa tem que efetuar o pagamento e recebe uma correspondência do credor para quitar a dívida. Sabendo do débito, dirige-se ao estabelecimento do credor, paga o débito e recebe o documento de quitação. Após isso, o credor manda o nome do tal devedor (adimplente) para um serviço de proteção ao crédito. Trocando em miúdos, “suja” o nome da pessoa, sem justificativa.

Os fatos acima são absolutamente corriqueiros em nosso Brasil e existem incontáveis ações judiciais para reparar os danos morais sofridos pelas vítimas de atos ilegais como esses. O tema é por demais batido e os tribunais, na maioria esmagadora dos casos, reconhecem o direito de indenizar a pessoa inscrita indevidamente em registro de devedores.

Entretanto, fiquei estarrecido com a cara de pau de uma determinada entidade que, ao realizar a inscrição ativa, afirmou em juízo, nos autos de um processo judicial (para ficar bem claro), que a culpa pela inscrição foi do próprio devedor, que deveria se dirigir ao serviço de proteção ao crédito e pedir para não ser inscrito!

Isso mesmo. Volte ao primeiro parágrafo deste post, leia atentamente. Em seguida, pare para pensar.

Será que alguém engole uma defesa dessas? Não seria mais razoável dizer que “foi um erro” ou que “o devedor pagou o débito depois de ser inscrito” ou algo que o valha?

Ou eu estou ficando doido, fora de meu juízo, beirando a insanidade, ou então o mundo realmente está de ponta cabeça. Tudo bem que todo mundo tem direito à ampla defesa em um processo judicial, mas tudo tem limites. Até a minha inteligência, a sua, a do juiz, a do advogado da parte contrária, a do consumidor lesado (opa) prejudicado…

Miniaturas de F-1 – Brabham BT52 12, Dezembro 2007

Posted by trocandoemmiudos in Fórmula 1, Miniaturas.
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Brabham BT52

Para minha primeira postagem sobre miniaturas de F-1 escolho o meu carro preferido, o Brabham BT-52. Em minha opinião o mais belo de todos os carros de F-1, com formas ousadas, pintura belíssima, motor BMW Turbo de absurda potência, projetado pelo mago Gordon Murray e pilotado por ninguém menos que o grande Nelson Piquet. Este foi o último carro da equipe a conquistar um título mundial na Formula 1  e o primeiro com um carro equipado com motor turbo a vencer o mundial.

Quando se decidiu a proibição do efeito solo para a temporada de 1983, Gordon Murray já tinha o Brabham BT51 preparado e melhorado e pronto para aquele ano. Mas novas regras do regulamento vieram destruir todo o trabalho  e Murray se viu obrigado a criar um novo modelo. Assim, seguindo as novas normas técnicas, nascia o Brabham BT52 equipado com motor BMW Turbo. Com a obrigatoriedade do fundo plano, que acabava com o chamado “efeito solo”, as laterais do carro ficaram bastante recuadas e a forma do spoiler dianteiro fazia com que o Brabham BT52, visto de cima, se assemelhasse a uma flecha. Outra das características do BT52 era o depósito de combustível de reduzidas dimensões porque Murray tinha estudado a utilização ro reabastecimento, como estratégia de corrida. Isto permitia que o carro estivesse mais leve durante a corrida e a utilização de pneus de compostos mais aderentes e macios. Surgia, com a dupla Piquet e Murray, aquilo que Michael Schumacher elevou à excelência na F-1: a estratégia de pit stops como meio de vencer corridas e campeonatos.

No meio da temporada de 1983 (no GP da Grã-Bretanha), o BT52 passou por modificações e melhorias passando a ser chamando de BT52B, que obteve melhores resultados do que a versão inicial. As diferenças não era visíveis externamente sendo a distinção feita pelas cores que era invertidas no BT52B, isto é, onde era azul no BT52 passava a branco no BT52B e onde era branco no BT52 passava a um azul mais escuro no BT52B. Os pilotos do Brabham BT52 e sua variação BT52B, no ano de 1983, foram Nelson Piquet e Riccardo Patrese.

A miniatura da foto é da marca Minichamps, em escala 1/43 e tem como piloto o tri-campeão Nelson Piquet. A fidelidade do modelo impressiona!

 

Breve História da Equipe Brabham

A Brabham Racing Organization foi uma equipe fundada em 1961 pelo então bi-campeão mundial de Fórmula-1 Jack Brabham em sociedade com Ron Tauranac.

Àquela época havia sido imposta uma limitação na Fórmula 1 de 1500 cilindradas para os motores o que não foi bom para Brabham, porquanto ela não venceu nenhuma corrida com aquele modelo de carro, só vindo a conquistar o primeiro Grande Prêmio em 1964 com Dan Gurney. Em 1966 os motores voltaram a ser de 3000 cilindradas e Brabham com um Repco-Brabham venceu o campeonato novamente, sagrando-se o único campeão mundial pilotando um carro construído por ele mesmo.

Em 1967 o título veio com seu companheiro de equipe Denny Hulme. Em 1970 o fundador da equipe se aposentou. Logo após parou completamente com as corridas, vendeu sua equipe para a Tauranac e voltou para a Austrália.

Em 1972 Bernie Ecclestone, o todo poderoso a F-1 atual, adquiriu a equipe e trouxe um novo engenheiro para o time, o sul-africano Gordon Murray, que passou a ousar, projetando carros velozes e belos. Em 1981 e 1983 o brasileiro Nelson Piquet venceu seus dois primeiros títulos mundiais correndo pela Brabham, em uma parceria que durou de 1978 a 1985, quando deixou a equipe para correr na Williams. Outros brasileiros a pilotarem carros Brabham foram José Carlos Pace, o Moco, e Wilsinho Fittipaldi, irmão de Emerson.

Outros grandes pilotos passaram pela equipe. Além dos já citados, Jochen Rindt, Jacky Ickx, Graham Hill, Niki Lauda, Carlos Reutemann, Elio de Angelis, e Damon Hill (campeão mundial de 1996), que iniciou sua carreira na Brabham, em 1992.

Ao final da temporada de 1992 a tradicional equipe fechou suas portas, após amargar repetidas temporadas de resultados bem abaixo da história gloriosa do time, deixando na lembrança dos amantes do automobilismo os belos carros dos anos 60 a 80.

Impressões Cinematográficas – Somos Marshall 12, Dezembro 2007

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Quem me conhece sabe que adoro futebol americano. Desavenças econômicas, políticas e “bushianas” a parte (os EUA não são unanimidade pra ninguém), é um esporte que mistura, na medida, força bruta e muita estratégia. Os jogos são espetaculares, as torcidas apaixonadas e o esporte, apesar de não ser muito simples, é capaz de cativar os que têm um pouquinho de paciência para entender as regras básicas.

Este esporte, o mais querido pelos yankees (sim, hoje é mais popular do que o baseball e do que o basquete), sempre esteve muito próximo da indústria cinematográfica, rendendo muitos filmes que, embora não possam ser considerados obras primas da Sétima Arte, devem ser consideradas películas honestas, com boas histórias, personagens e atuações decentes.

Da junção do futebol americano surgiram preciosidades como “Um Domingo Qualquer”, “Rudy”, “Duelo de Titãs”, dentre vários outros filmes muito pouco valorizados no Brasil mais pelo desconhecimento do esporte do que pela qualidade dos trabalhos.

Em breve falarei sobre outros filmes com esta temática, mas hoje meu foco é “Somos Marshall” (We Are Marshall, EUA, 2006, direção de McG).

Somos Marshall 

O filme, baseado em fatos reais acontecidos em 1970, conta a história de um time universitário norte-americano que, em razão de um acidente aéreo, perdeu quase todos os seus jogadores, técnicos e membros da equipe de apoio.

A tragédia abala toda a vida da pequena cidade onde se localiza a universidade, que passa a viver um dilema: encerrar as atividades de futebol americano no campus ou tentar reerguer o time, em memória aos falecidos.

Não vou ficar contando todos os detalhes da história, mas, por óbvio, a idéia de formar um novo time prevalece (de outra forma o filme seria bem curto :p), mas, em virtude de não mais haverem jogadores, nenhum técnico se predispõe a capitanear o novo time de da Universidade de Marshall até que Jack Lengyel (Matthew McConaughey), que nunca havia sido técnico universitário, resolve assumir o encargo de montar a nova equipe. Seu braço direito Red Dawson (Matthew Fox, que chegou a ser cotado para uma indicação ao Oscar por este papel), não vitimado pelo acidente por mero acaso.

Desta união surge a motivação de levar de volta à vida o time de Marshall, devolvendo ao campus e à cidade que o rodeia o prazer pelo jogo.

A história é contada de forma linear, como convém a este tipo de filme, mas sempre tratando os espectadores com bastante honestidade ao mostrar as frustrações, dificuldades e desavenças no ressurgimento da equipe, mas tendo por finalidade maior mostrar que é possível reerguer-se, mesmo após um grande desastre.

O filme, decerto, aponta mensagens meio batidas de motivação e superação, mas, em se tratando de fatos reais, histórias como estas soam como verdadeiramente inspiradoras.

Definitivamente um ótimo filme para os amantes do esporte.

Apreciadores do gênero drama também devem gostar da película, bastando deixar de lado o preconceito pelo não conhecimento do esporte!

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Renault confirma Alonso e Nelsinho para 2008 11, Dezembro 2007

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A mais importante notícia de hoje no mundo da F-1 foi a definição das vagas de pilotos da equipe Renault, para o mundial de 2008.

Livre de punições por ter se envolvido em mais um caso de espionagem na categoria, a equipe francesa passou a ser a única opção viável para o bi-campeão Fernando Alonso, que deixou a McLaren após grandes controvérsias, escândalos e picaretagens esportivas. As portas de Ferrari, BMW-Sauber, Toyota e Red Bull já haviam se fechado ao asturiano, pelos mais diversos motivos (muito embora quase todos esses times o quisessem em seus stafs).

Restou a Alonso o retorno à antiga casa, com um caminhão de dinheito dos patrocinadores. Será paparicado por Flávio Briatori e terá o status de primeiro piloto.

Alonso, reconhecidamente um líder, capaz de levar uma equipe a grandes conquistas, terá a responsabilidade de reconduzir ao topo o time que lhe proporcionou os campeonatos de pilotos de 2005 e 2006. E sabem o que acho: em médio prazo Alonso volta a brigar por pódios e vitórias, junto com Ferrari, McLaren e BMW-Sauber. Meu paupitômetro indica que, de cara, a Renault briga com BMW-Sauber na primeira metade do campeonato e lutará por lugares no podium na segunda estapa do certame.

Ao lado do bi-campeão, Nelson Ângelo Piquet, garoto reconhecidamente rápido, com sobrenome que impõe respeito e que parece ter conquistado a admiração do staff técnico da equipe, com sua serenidade e capacidade técnica.

Esperemos grande progresso do mais novo brasileiro na categoria. Mas sem o oba-oba que normalmente convém ser alardeado pela imprensa esportiva. Deixem o rapaz crescer com calma, aprendendo com o bi-campeão que terá ao seu lado, tal como aconteceu com seu pai que, após poucas corridas, passou a pilotar ao lado do consagrado Niki Lauda e, com o aprendizado com o mestre austríaco, brigou pelo título já em sua segunda temporada completa.

Para mim, fã incondicional do velho Nelson, será uma grande emoção ver novamente em um carro de F-1 o capacete com as três gotas e a costura de bola de tênis (sim, a pintura do capacete dos Piquet representam uma costura de uma bola de tenis, envolta, por gotas, que representam a “forma aerodinâmica perfeita”).

Trocando em miúdos, a temporada de 2008 promete.

Esperemos, pois. E torçamos pelo sucesso do jovem Piquet, de Massa e, porque não, de Barrichello, que, possivelmente, corre sua última temporada e merece uma despedida adequada à sua carreira vitoriosa.

Please allow me to introduce myself 11, Dezembro 2007

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Bem, amigos, esta é minha primeira postagem em um blog de minha autoria.

Portanto, deixem-me apresentar: sou Advogado, apaixonado por livros, cinema, F1, memorabilia e mais uma porção de coisas. A motivação para criar este deste espaço reside em compartilhar minhas idéias com os amigos.

Aqui, falarei sobre assuntos relevantes e outros descartáveis, mas que, de uma forma ou de outra, me apetecem. Trocando em miúdos, como sugere o  “nome” do blog, este espaço tem por finalidada externar minha opinião sobre diversos assuntos, de política a esporte política, de cinema a notícias jurídicas, de animais a miniaturas de carros de F1.

Espero sinceramente que vocês possam se divertir.

Bem vindos, pois, ao “Trocando em Miúdos”!