2008 será um ano de Blockbusters 26, Fevereiro 2008
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Ontem havia falado sobre como o ano de 2007 foi bom para o cinema, com grandes filmes sendo lançados. Tudo isso culminou com o Oscar 2008 que foi absolutamente incrível em termos de concorrência.
Dando uma olhada no que será lançado em 2008, vejo que o ano promete. Será um ano um pouco diferente, considerando que os grandes filmes serão os blockbusters Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Batman: O Cavaleiro das Trevas, Homem-de-Ferro. E isso não é ruim, já que todos esses filmes vêm sendo feitos, ao que parece, com muito esmero pelos seus diretores. Ver Spielberg, Nolan e o estreante Favreu trabalharem em grandes personagens é muito instigante.
Ah, e ainda teremos outras ótimas surpresas como Agente 86, Leatherheads, Speed Racer, As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian, The Happening, o novo Hulk, Valkyrie e tantos outros!
Esperemos, pois. E que toda a expectativa em cima dos três grandes lançamentos do ano se confirmem, pelo bem do bom cinema de ação!!!
Saldo do Oscar 2008 25, Fevereiro 2008
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Bem pessoal, sairam os vencedores do Oscar, que, neste ano, foi arrebatador pela qualidade das películas que concorriam. Onde os Fracos Não Têm Vez, Sangue Negro, Desejo e Reperação, Juno, Conduta de Risco são, todos, filmes excelentes e fizeram por merecer suas indicações a melhores filmes.
Ouso dizer que esta é a melhor lista de concorrentes aos Oscar nos últimos 15 anos, pelo menos. Qualquer dos indicados poderia ter vencido sem que ficasse a impressão de que teria ocorrido uma marmeladahomérica. Fantástico!!!
Para finalizar, da minha lista de palpites acertei 12, de um total de 24 categorias
Um bom saldo, tendo em vista os chutes das categorias menos importantes como curtas de animação, curta em live-action, por exemplo.
Que 2008 seja um ano tão generoso em bons filmes como foi 2007!!!
Só pra os ingleses verem! 18, Fevereiro 2008
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Fiquei estarrecido com a notícia da agência Reuters de que a banda Oasis ficou com os dois primeiros lugares numa pesquisa sobre o melhor álbum britânico dos últimos 50 anos.
Nada contra a banda de Manchester (que acho muito boa e seus dois primeiros discos são fabulosos), mas superar Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd e Queen é demais pra qualquer um que tenha um mínimo de bom senso musical.
Pior do que isso é ver a enfadonha banda Keane e os maluquetes do Radiohead com dois discos (cada uma) na lista e não ver nenhum do The Who, Led Zeppelin ou The Police!!!
Não estou defendendo que somente as coisas antigas é que prestavam, mas também nem tudo que é novo presta! E em termos musicais, prefiro passar o dia ouvindo The Beatles, The Who, The Police e mais um monte de coisa do que Keane, por exemplo.
A lista dos Top 50 está em www.q4music.com . Confiram, surpreendam-se e revoltem-se! O Rock’n Roll de verdade agradece.
Seguem os primeiros 20 colocados da lista:
1) Definitely Maybe – Oasis
2) (What’s the Story) Morning Glory? – Oasis
3) OK Computer – Radiohead
4) Revolver – Beatles
5) The Stone Roses – The Stone Roses
6) Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – Beatles
7) London Calling – The Clash
8 ) Under the Iron Sea – Keane
9) Dark Side of the Moon – Pink Floyd
10) Urban Hymns – The Verve
11) The Bends – Radiohead
12) Abbey Road – Beatles
13) Hopes and Fears – Keane
14) Don’t Believe the Truth – Oasis
15) Violator – Depeche Mode
16) The Queen is Dead – The Smiths
17) A Night at the Opera – Queen
18) Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not – Arctic Monkeys
19) The White Album – Beatles
20) Never Mind the Bollocks – Sex Pistols
Palpites e Chutes para o Oscar 2008 14, Fevereiro 2008
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O que vocês estão achando da nova temporada de filmes em cartaz?
Essa é, pra mim, a melhor época do ano para se ir ao cinema, considerando que boa parte dos indicados ao Oscar são lançados (aqui no Brasil) neste período. Tem muita coisa boa, com Onde os Fracos não têm Vez, Desejo e Reparação e Sangue Negro.
Como bom apreciador de filmes e palpiteiro de carteirinha, listo os candidatos e apresento a minha lista de vencedores do Oscar 2008 (seguida de comentários ou infâmias):
Melhor Filme
Desejo e Reparação
Juno
Conduta de Risco
Onde os Fracos Não Têm Vez
Sangue Negro
Categoria disputadíssima! Podem vencer o meu favorito, Onde os Fracos não Têm Vez e Sangue Negro.
Melhor Direção:
O Escafandro e a Borboleta
Juno
Conduta de Risco
Onde os Fracos Não Têm Vez
Sangue Negro
Sangue Negro pode surpreender aqui
Melhor Ator
George Clooney – Conduta de Risco
Daniel Day-Lewis – Sangue Negro
Johnny Depp – Sweeney Todd
Tommy Lee Jones – No Vale das Sombras
Viggo Mortensen – Senhores do Crime
Day-Lewis é fantástico! Mas todos os outros foram bem e mereceram a indicação.
Melhor Atriz
Cate Blanchett – Elizabeth: A Era de Ouro
Julie Christie – Longe Dela
Marion Cotillard – Piaf Um Hino ao Amor
Laura Linney – The Savages
Ellen Page – Juno
Não assisti Piaf (parece ser chato pra dedeu), mas pelo que vi de traillers e reportagens Marion estava perfeita.
Melhor Ator Coadjuvante
Casey Affleck – O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford
Javier Bardem – Onde os Fracos Não Têm Vez
Philip Seymour Hoffman – Jogos do Poder
Hal Holbrook – Na Natureza Selvagem
Tom Wilkinson – Conduta de Risco
Outra categoria concorrida. Barden leva, mas Affleck se saiu muito bem como Robert Ford. Wikinson também é show!
Melhor Atriz Coadjuvante
Cate Blanchett – I’m Not There
Ruby Dee – O Gângster
Saoirse Ronan – Desejo e Reparação
Amy Ryan – Gone Baby Gone
Tilda Swinton – Conduta de Risco
Se Cate Blanchet não levar é marmelada!
Melhor Animação Longa-Metragem
Persepolis
Ratatouille
Tá Dando Onda
Não tem pra ninguém aqui. Ratatouille comanda como uma das melhores animações da história, em minha opinião
Melhor Roteiro Adaptado
Desejo e Reparação
Longe Dela
O Escafandro e a Borboleta
Onde os Fracos Não Têm Vez
Sangue Negro
Desejo e Reparação é um filmaço e pretendo ler o livro em que se baseia (se é que vou achar). Onde os Fracos… e O Escafandro tbm tem chance aqui.
Melhor Roteiro Original
Juno
Lars and the Real Girl
Conduta de Risco
Ratatouille
The Savages
Queria ver Ratatouille como vencedor (adoro esse filme), mas Conduta de Risco é muito bom e acho que leva!
Melhor Direção de Arte
O Gângster
Desejo e Reparação
A Bússola de Ouro
Sweeney Todd
Sangue Negro
Categoria difícil, com ótimos concorentes. Acho q dá Sweeney.
Melhor Fotografia
O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford
Desejo e Reparação
O Escafandro e a Borboleta
Onde os Fracos Não Têm Vez
Sangue Negro
Outra categoria dificílima. Pode dar qualquer um!
Melhor Figurino
Across the Universe
Desejo e Reparação
Elizabeth: A Era de Ouro
Piaf Um Hino ao Amor
Sweeney Todd
Outra muito difícil, com excelentes concorrentes. Mas como o Oscar não tem concentrado muitos prêmios em um só filme, fico com Elizabeth, mas por puro palpite.
Melhor Filme Estrangeiro
Beaufort – Israel
The Counterfeiters – Áustria
Katyn – Polônia
Mongol – Cazaquistão
12 – Rússia
Chute completo e absoluto. Não assisti nenhum deles.
Melhor Documentário
No End in Sight
Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience
Sicko
Taxi to the Dark Side
War/Dance
Outro chute. Voto nesse porque gostei do título,
Melhor Documentário Curta-Metragem
Freeheld
La Corona
Salim Baba
Sari’s Mother
Mais uma vez, chute na cega
Melhor Montagem
O Ultimato Bourne
O Escafandro e a Borboleta
Na Natureza Selvagem
Onde os Fracos Não Têm Vez
Sangue Negro
Legal ver um filme de ação concorrendo como o último Bourne. Mas acho que fica com Onde os Fracos…
Melhor Maquiagem
Piaf Um Hino ao Amor
Norbit
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo
Essa vai por exclusão.
Trilha Sonora Original
Desejo e Reparação
O Caçador de Pipas
Conduta de Risco
Ratatouille
Os Indomáveis
Bela trilha para um filme maravilhoso. Merece ganhar!
Melhor Canção Original
“Falling Slowly” – Once
“Happy Working Song” – Encantada
“Raise It Up” – August Rush
“So Close” – Encantada
“That’s How You Know” – Encantada
Se o Encantada não levar é porque os críticos não gostaram mesmo do filme… Nunca vi isso antes! 3 indicações de um só filme na mesma categoria? Deve ser inédito mesmo.
Melhor Curta Animado
I Met the Walrus
Madame Tutli-Putli
My Love
Peter & the Wolf
Será que o meu escolhido tem algo a ver com a música I am the Walrus dos Beatles?
Melhor Curta Live-Action
At Night
Il Supplente
Le Mozart des Pickpockets
Tanghi Argent-i
The Tonto Woman
Another kick tip
Melhor Edição de Som
O Ultimato Bourne
Onde os Fracos Não Têm Vez
Ratatouille
Sangue Negro
Transformers
Bourne é um ótimo filme de ação e não merece sair de mãos abanando.
Melhor Mixagem de Som
O Ultimato Bourne
Onde os Fracos Não Têm Vez
Ratatouille
Os Indomáveis
Transformers
Justificativa supra aplica-se aqui.
Efeitos Especiais
A Bússola de Ouro
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo
Transformers
Merece. Trabalho revolucionário.
That’s all folks! Dia 24 confiro o q acertei
Apaguem as luzes e fechem as cortinas. 22, Janeiro 2008
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Não queria que o meu primeiro post do ano fosse tão triste, mas é jeito falar sobre isso hoje: Heath Ledger morreu hoje, em Nova Iorque. Foi encontrado em seu apartamento cercado de pílulas. A suspeita, segundo as primeiras notícias, é de que o ator de 28 anos tenha se suicidado.
Heath Ledger começou a aparecer para mim quando assisti “10 Coisas que Odeio em Você” e, mesmo sendo um filme adolescente razoável, o cara chamou a atenção como um jovem rebelde.
Vieram “Ned Kelly”, “Casanova”, “Brokeback Mountain”, “Os Irmãos Grimm”… Todos com atuações vigorosas e presença marcante do australiano na tela.
E virá “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, onde Heath tem (tinha, não sei nem o que escrever ainda, frente à notícia chocante…) tudo para arrazar como o Coringa. Quem viu as fotos e trailers de Heath como o “Prícipe do Crime” e arqui-inimigo do Batman sabe do que estou falando.
O mais triste de tudo é um cara – que tinha tudo para ser um dos maiores atores de sua geração – resolver, por si, acabar com a vida (ao que parece), deixando uma pequena filha de somente 2 anos… Difícil de engolir. Difícil até de acreditar.
Só nos resta lamentar. Apaguem as luzes e fechem as cortinas. Pelo menos por hoje. Em respeito a Heath e ao bom cinema.
Grandes Filmes – Gênio Indomável 14, Dezembro 2007
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Ontem a noite, depois de um dia pra lá de movimentado, não estava com paciência para fazer absolutamente nada a não ser esvaziar a cabeça. Minha vontade era de assistir alguma coisa bem despretenciosa na TV, como uma sitcom decente ou a uma partidinha de futebol. A TV, entretanto, não entendeu o que eu queria e resolveu passar, de propósito, a agir contra minhas expectativas. Já estava desistindo quando vi os créditos iniciais de Gênio Indomável (Good Will Hunting, EUA, 1997, direção de Gus Van Sant) e não resisti. Assistiria de novo, novamente, mais uma vez aquele filme.
E QUE Filme!
A película (ô termo mais antigo, mas adoro chamar filmes dessa forma) conta a história do jovem Will Hunting (Matt Damon), rapaz do subúrbio de Boston que vive se metendo em encrencas ao lado de seus amigos. O rapaz, um verdadeiro gênio da matemática, trabalha como zelador do MIT (Massachussets Institute of Technology) e, certo dia, resolve um complicado teorema deixado pelo prestigiado professor Lambeau (Stellan Skarsgard) como forma de desafio a seus alunos. Ninguém resolve o problema a não ser Will, e tudo sem nunca ter frequentado uma universidade.
Entretanto, ao se meter em uma briga de rua, Will é preso e, para evitar o cumprimento da pena, o matemático Lambeau propõe ao juiz ficar com o rapaz sob sua tutela, ensinando-o matemática avançada (me perdoem os matemáticos, físicos e afins, mas os termos específicos estas áreas não são comigo), e com a condição de levá-lo a um psiquiatra de forma a tratar a agressividade do rapaz. Depois de vários insucessos com os psiquiatras, Lambeau leva o gênio indomável ao psiquiatra Sean Maguire (Robbin Williams, perfeito), amigo do professor de matemática.
A trama, multifacetada, aborda temas como medos, crescimento, paixões, descobertas e frustrações do jovem Will, que, no desenrrolar do filme, passa a ter em Maguire seu apoio na busca de novos valores para sua vida e como mentor no enfrentamento de seus medos. Não vou falar mais nada sobre a história para não perder a graça.
Quero, entretanto, completar com o seguinte raciocínio: existem coisas na vida que só acontecem uma única vez. Pode-se chegar bem próximo de repetir algumas experiências, mas algumas são tão peculiares que, por mais que se esteja nas mesmas condições de temperatura e pressão, não são passíveis de ser repetidas. É o caso de Gênio Indomável.
Matt Damon pode vir a ganhar Oscars de melhor ator, outros de roteirista, diretor, enfim. Ben Affleck também (o cara fez muitas escolhas infelizes mas é bom ator, basta ver Hollywoodland). Robbin Williams mereceria outros prêmios importantes, assim como Gus Van Sant ou mesmo Minnie Driver (que, neste filme, está fantástica, apesar do pequeno papel).
Entretanto, nenhum deles consiguirá repetir um filme como Gênio Indomável. Possivelmente fizeram e farão filmes até mais prestigiados, premiados e bem sucedidos. Mas outro Gênio Indomável é quase que impossível, ainda que todos eles se reúnam novamente para uma nova empreitada.
Para ver e rever. Muitas e muitas vezes. Sem cansar. Como só acontece com os grandes filmes.
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Impressões Cinematográficas – Somos Marshall 12, Dezembro 2007
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Quem me conhece sabe que adoro futebol americano. Desavenças econômicas, políticas e “bushianas” a parte (os EUA não são unanimidade pra ninguém), é um esporte que mistura, na medida, força bruta e muita estratégia. Os jogos são espetaculares, as torcidas apaixonadas e o esporte, apesar de não ser muito simples, é capaz de cativar os que têm um pouquinho de paciência para entender as regras básicas.
Este esporte, o mais querido pelos yankees (sim, hoje é mais popular do que o baseball e do que o basquete), sempre esteve muito próximo da indústria cinematográfica, rendendo muitos filmes que, embora não possam ser considerados obras primas da Sétima Arte, devem ser consideradas películas honestas, com boas histórias, personagens e atuações decentes.
Da junção do futebol americano surgiram preciosidades como “Um Domingo Qualquer”, “Rudy”, “Duelo de Titãs”, dentre vários outros filmes muito pouco valorizados no Brasil mais pelo desconhecimento do esporte do que pela qualidade dos trabalhos.
Em breve falarei sobre outros filmes com esta temática, mas hoje meu foco é “Somos Marshall” (We Are Marshall, EUA, 2006, direção de McG).
O filme, baseado em fatos reais acontecidos em 1970, conta a história de um time universitário norte-americano que, em razão de um acidente aéreo, perdeu quase todos os seus jogadores, técnicos e membros da equipe de apoio.
A tragédia abala toda a vida da pequena cidade onde se localiza a universidade, que passa a viver um dilema: encerrar as atividades de futebol americano no campus ou tentar reerguer o time, em memória aos falecidos.
Não vou ficar contando todos os detalhes da história, mas, por óbvio, a idéia de formar um novo time prevalece (de outra forma o filme seria bem curto :p), mas, em virtude de não mais haverem jogadores, nenhum técnico se predispõe a capitanear o novo time de da Universidade de Marshall até que Jack Lengyel (Matthew McConaughey), que nunca havia sido técnico universitário, resolve assumir o encargo de montar a nova equipe. Seu braço direito Red Dawson (Matthew Fox, que chegou a ser cotado para uma indicação ao Oscar por este papel), não vitimado pelo acidente por mero acaso.
Desta união surge a motivação de levar de volta à vida o time de Marshall, devolvendo ao campus e à cidade que o rodeia o prazer pelo jogo.
A história é contada de forma linear, como convém a este tipo de filme, mas sempre tratando os espectadores com bastante honestidade ao mostrar as frustrações, dificuldades e desavenças no ressurgimento da equipe, mas tendo por finalidade maior mostrar que é possível reerguer-se, mesmo após um grande desastre.
O filme, decerto, aponta mensagens meio batidas de motivação e superação, mas, em se tratando de fatos reais, histórias como estas soam como verdadeiramente inspiradoras.
Definitivamente um ótimo filme para os amantes do esporte.
Apreciadores do gênero drama também devem gostar da película, bastando deixar de lado o preconceito pelo não conhecimento do esporte!
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